terça-feira, 17 de maio de 2011

Augusto Cury fala sobre o livro “O Código da Inteligência” em Curitiba

Autor brasileiro mais lido da década trata de temas como educação e saúde psíquica


O premiado escritor Augusto Cury, considerado um dos autores mais vendidos da década, com mais de 11 milhões de exemplares, fará uma palestra inédita em Curitiba sobre qualidade de vida e desenvolvimento da inteligência. O evento acontece no Centro de Convenções de Curitiba, no próximo dia 19, às 20h, e também vai abordar o tema de seu último livro, O Código da Inteligência – "A formação de mentes brilhantes"  e a busca pela excelência emocional e profissional.
O escritor destaca que o livro trata de ferramentas fundamentais para se ter saúde psíquica, social e para “se obter excelência emocional e profissional”. “Fala da capacidade de trabalhar perdas e frustrações e manter nossa integridade. Aborda a capacidade de pensar antes de reagir, de expor e não impor as ideias. A obra também aborda os códigos do Eu como gestor do intelecto e da emoção. Não é possível, por exemplo, ser livre e saudável em nossas mentes se o nosso Eu não aprender a ser gestor dos pensamentos e protetor das emoções. Já tratei de pessoas ricas e celebridades, vi muitos miseráveis morando em palácios, pois não aprenderam a desenvolver esses códigos”, afirma Cury.
Augusto Cury (foto) ocupa ainda o cargo de diretor da Escola de Inteligência, instituto que promove o treinamento de psicólogos, educadores e outros profissionais da área. Ele explica que os alunos de hoje em dia têm um pensamento acelerado. “O último lugar que muitos estudantes querem estar é dentro da sala de aula. Os professores são cozinheiros do conhecimento que preparam o alimento para uma plateia que não tem apetite. Mas eles não são culpados e nem os pais, pois muitos querem colocar limites, mas seus conselhos e orientações não têm eficácia devido à agitação mental que seus filhos possuem. É necessário encantar os alunos, estimular as funções mais nobres da inteligência, formar pensadores”, destaca.
SERVIÇO
Palestra com Augusto Cury
Tema: Livro O Código da Inteligência
Local: Centro de Convenções de Curitiba
Data: 19 de maio
Horário: 20h00
Pontos de venda: Livrarias Curitiba
Investimento: ingressos custam R$ 75,00; pacote de 10 ingressos por R$ 700,00; pacote de 20 ingressos por R$ 1.300,00
Mais informações: www.augustocury.com.br; www.apalestra.com.br

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cresce número de cremações no Brasil com direito a cinzas, memórias e homenagens

Crematório de Curitiba vai disponibilizar mais espaços personalizados para guardas as cinzas e objetos preferidos dos falecidos.

Preocupação com o meio ambiente, falta de espaço, questão de custo ou higiene ? Diversas são as razões que levam cada vez mais pessoas a optar pela cremação, ao invés do tradicional sepultamento. Desde 2000, quando foi instalado o primeiro crematório no Paraná, essa prática aumentou em 78%. Segundo dados da Cremation Society, no Brasil cerca de 8% dos óbitos atualmente culminam neste processo. O número ainda é pequeno se comparado a países como o Japão, que crema 98% de seus mortos, e na Inglaterra, onde a prática atinge cerca de 70% dos óbitos. Contudo, o crescimento no índice de cremações traz consigo a discussão sobre o melhor destino para as cinzas de um ente querido.

De acordo com Mylena Cooper, do Crematório Vaticano, o primeiro do Paraná, muitas pessoas gostariam de ver suas cinzas espalhadas em locais específicos, como no mar, florestas ou outros espaços que costumavam frequentar em vida, porém, isso ainda perturba grande parte das famílias. “Muita gente não consegue simplesmente espargir as cinzas por completo, pois fica sem referencial, sem ter o que olhar ou onde visitar.”
Por isso, desde 2007, o Crematório Vaticano dispõe de espaços para exposição das cinzas em lóculos personalizados, onde a família pode levar além de flores, comuns em cemitérios, objetos do dia a dia dos falecidos, que relembrem seus gostos, hobbies e paixões. Em alguns são colocados óculos, livros, porta retratos e outros itens pessoais do morto. As Salas Memoriais contam com musica e cromoterapia, espaços para cultos ecumênicos e orações, além de permanecerem abertas 24 horas por dia, possibilitando a visitação noturna. Mylena afirma que alguns parentes frequentam a sala durante a madrugada. Outros, passam diariamente pela capela e aproveitam “para tomar um cafezinho”.
Depois de ver preenchidos os 177 lóculos disponíveis da primeira, o Vaticano lança uma segunda, com mais 122 espaços destinados às cinzas, memórias e lembranças daqueles que deixam saudades. A nova Sala Memorial será oficialmente aberta na próxima terça-feira (17), às 15 horas, com uma benção ecumênica, na Capela Vaticano (Av. Hugo Simas, 26, atrás do Cemitério Municipal). Mais informações: www.crematoriovaticano.com.br